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O IMAGO LISBOA Photo Festival é um acontecimento marcante no panorama da fotografia nacional e internacional.


Em 2021, na sua 3ª edição, o festival IMAGO LISBOA evidencia a consolidação do seu crescimento. A presente mostra organiza-se em torno de duas grandes temáticas: "The Family in Transition" e "Rethinking Nature/Rethinking Landscape", que pertendem promover a reflecção em torno de questões fundamentais da sociedade contemporanea: igualdade, equidade, diversidade, inclusão e liberdade.


Na fusão de ambas as temáticas, apresentamos Joakim Eskildsen (n.1971, Dinamarca), cuja obra é exposta pela primeira vez em Portugal e que poderá ser visitada no MNAC - Museu Nacional de Arte Contemporânea. A exposição será composta por três séries distintas de trabalho.

O Festival decorrerá simultaneamente em diversos locais:

MNAC - Museu Nacional de Arte Contemporânea; Carpintarias de São Lázaro; SNBA; IMAGO Garage; Galeria de Santa Maria Maior; IPCI; Arquivo Municipal de Lisboa - Fotográfico; Museu da Água; Museu do Aljube; Galeria IMAGO LISBOA; Atelier de Lisboa; A Homem Mau; Galeria Belo-Galsterer; Módulo - Centro Difusor de Arte; Galeria das Salgadeiras e Pequena Galeria.

Para além das exposições, haverá a programação paralela que apela à participação de públicos diversos: 
Workshops, Atelier, Conferências e Projeções de Cinema

Joakim Eskildsen

MNAC - Museu Nacional de Arte Contemporânea

R. Serpa Pinto 4, 1200-444 Lisboa

Inaugura a 13 de Outubro (hora a anunciar) 

14/10 || 02/01

3ª a 6ª das 10:00h até às 13:00h | 14:00h até às 17:30h

sábado e domingo das 10:00h até às 14:00h | 15:00h até às 18:00h

Preço: 4€

Home Works

Home works é um projeto em desenvolvimento que começou em 2005, quando Joakim Eskildsen se tornou pai e se focou no ambiente ao seu redor. Ao longo dos vários anos, ele e a sua família viveram em sete casas diferentes, localizadas em três distintos países e, na atualidade, vivem com os seus dois filhos no sul de Berlim. “Todo o processo de ter filhos é muito interessante”, diz Eskildsen. “Foi muito inspirador seguir, e descobrir o mundo e as paisagens junto com eles. A conexão inabalável das crianças com a natureza traz-me muita esperança. A minha sensação é que eles têm uma conexão perfeitamente natural com a natureza, que por algum motivo tende a ser cortada à medida que eles crescem. É difícil saber que este planeta está a ser irrevogavelmente alterado e danificado, e a natureza e a vida que existem nele estão ameaçadas. Para evitar este nocivo desenvolvimento, penso que são necessários meios muito mais radicais. ”

Cornwall

A última região em que Joakim Eskildsen trabalhou foi a Cornualha, na costa sul da Inglaterra. Ele descreve o seu encanto nas suas próprias palavras: “… dado que a minha iluminação favorita se encontra no meio de uma espessa neblina, o clima na península inglesa não poderia ter sido melhor. Chuva, neblina e tempestades eram a norma, e o céu azul era a exceção. A Cornualha é, em muitos aspectos, um lugar cheio de contrastes. Apesar de ser pequeno em tamanho, é possível encontrar pântanos cobertos de vegetação e penhascos íngremes nas montanhas. O litoral está repleto de pitorescas vilas de pescadores com restaurantes, lojas e muito turismo, enquanto as cidades mais interiores são frequentemente degradadas, sem muitas oportunidades para as pessoas que lá vivem. ” A Cornualha está possivelmente menos focada em retratos do que os anteriores trabalhos de Eskildsen; e embora haja de facto uma presença humana, as cidades e vilas são frequentemente retratadas sem pessoas. Mas há uma ausência muito mais implícita em toda a Cornualha. Onde estão as indústrias que um dia prosperaram nesta região? Onde estão as comunidades que antes prosperavam? As referências aos efeitos da urbanização na Cornualha estão subestimadas, contudo estão lá, caso alguém procure por elas; escondidas por entre a névoa dickensiana que Eskildsen tanto favorece. As suas camadas subtis de tema de trabalho e abordagem empática criam um retrato humanístico de um fenómeno que se tornou muito reconhecido. Ao combinar o seu uso método renascentista da luz natural, Eskildsen's apresenta a paisagem da Cornualha numa constante mudança e de uma forma assustadoramente bela. 

Cuban Studies

Joakim Eskildsen é conhecido pelas suas monografias sociopolíticas, como The Roma Journeys e American Realities, onde são retratadas comunidades marginalizadas. Apesar do uso de tons aparentemente melancólicos, Eskildsen atinge uma intimidade e proximidade avassaladoras no seu trabalho, o que frequentemente acontece dada a convivência lado a lado com os participantes dos seus trabalhos por longos períodos de tempo.  A série Cuban Studies é o resultado de várias viagens que Joakim Eskildsen empreendeu nesse país durante um período de grande transição, logo após as reformas económicas. “Foi uma época de otimismo e incertezas, e grandes esperanças para o futuro. Desde o primeiro dia que o país me intrigou, desde o seu povo à sua complexa história de colonialismo e comunismo, cuja presença visual foi uma constante. Quanto mais aprendia sobre Cuba, mais difícil se tornava de entender. Foi como aprender a ver o mundo de um ângulo diferente, e era tão distinto do que eu conhecia que decidi manter a mente aberta e assumir a posição de ouvinte.”


WE ARE FAMILY

Family in Transition

CARPINTARIAS DE SÃO LÁZARO

 R. de São Lázaro 72, 1150-199 Lisboa

Inaugura a 01 de Outubro (hora a anunciar)

02/10 || 31/10

5ª a domingo das 12:00h até às 18:00h

Preço: (a anunciar)

Catherine Panebianco, No Memory is Ever Alone

Diana Velasco, Family Album II

Simone Rodrigues, The Names of Love

Alla Dolgaleva, Echo of My Childhood

Charlotta María Hauksdóttir, A Matter of Some Moments

Younes Mohammad, The Untold Story of Families

Annette LeMay Burke, Memory Building

Johan Bävaman, Swedish Dads

Schore Mehrdju, The Second

Haakon Sand, Twins Forever

Ksenia Kuleshova, Ordinary People

Susanna Kekkonen, Family Album

Jorge Fuembuena, Wood Stories

Fred Hüening - DREI, Them and Me

Katrin Jaquet, Neg

WE ARE FAMILY
SNBA - Sociedade Nacional de Belas Artes
R. Barata Salgueiro 36, 1250-044 Lisboa

Inaugura a 01 de Outubro às 16:00h

02/10 || 21/10

2ª a 6ª das 12:00h até às 19:00h

Sábado das 14:00h até às 19:00h

Entrada da gratuita

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Bharat Sikka (India)

RETURN

The seven sisters (front from left) Bayan (12), Sara (9) and Nora (7). Back row from left Doa (21), srae (15), Gofran (20) and Mona (17) Al-Zanghari. Outside their home in Irbid, Jordan.

The family came to Norway in 2004 and told the authorities they were stateless refugees from Palestine. The family moved to Namsos, and the children started school. The two youngest daughters were born in Namsos. When the authorities found out they were Palestine refugees living in Jordan, their application was denied. After nine years of case handling the family was deported to Jordan. 
Now they live with relatives in Irbid. None of the girls attend school.

Andrea Gjestvang (Noruega)

Mother of four is holding her daughter. The girl who is 10 months old is playing with fox skin. The family is interethnic: mother is Russian and father is half Tungus. Katangsky District, Irkutsky region. Russia, 2016

Elena Anosova (Russia)

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Lionel Jusseret (Bélgica)

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Luis Cobelo (Venezuela)

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Kovi Konowiecki (Estados Unidos)

Pauliana Valente Pimentel
Ask the Kids
LOCAL A DEFENIR
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IMAGO GARAGE
R. do Vale de Santo António 50A, 1170-381 Lisboa

Inaugura (a anunciar)

4ª a sábado das 14:30h até às 18:30h

Entrada gratuita

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Sandrine Elberg, JÖKULL
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António Catarino, Travessias
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Sébastien Cuvelier, Paradise City
GALERIA DE SANTA MARIA MAIOR
Rio, uma geografia sentimental
R. da Madalena 147, 1100-006 Lisboa

Inaugura a 07 de Outubro ( hora a anunciar )

08/10 || 06/11

2ª a sábado das 15:00h até às 20:00h

Entrada gratuita

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João Henriques, Rio, uma geografia sentimental
IPCI – Instituto de Produção Cultural & Imagem
Oriente
Av. Conde Valbom 102B, 1050-070 Lisboa

Inaugura a 01 de Outubro (hora a anunciar)

02/10 || 31/10

2ª a 6ª das 09:30h até às 18:00h

Entrada gratuita

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Miguel Henriques, Oriente 
ARQUIVO MUNICIPAL DE LISBOA – Fotográfico
See Sea
R. da Palma 246, 1100-087 Lisboa

Inaugura a 30 de Outubro (hora a anunciar) 

4ª a sábado das 14:30h até às 18:30h

Entrada gratuita

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Maija Savolainen, See Sea

EMOP – EUROPEAN MONTH OF PHOTOGRAPHY

MUSEU DA ÁGUA – Núcleo dos Barbadinhos
R. Alviela 12, 1170-012 Lisboa

Inaugura a 01 de Outubro (hora a anunciar)

02/10 || 31/10

2ª a 6ª das 10:00h até às 17:30h

Entrada da gratuita

Este ano o IMAGO LISBOA Foto Festival junta-se aos membros da rede EMOP - European Month of Photography - que reúne festivais de fotografia em Lisboa (IMAGO LISBOA), Luxemburgo (EMOPLUX), Berlim (EMOP BERLIN), Paris (CIRCULATIONS) e Viena (FOTO WIEN) com o objetivo comum de promover a cooperação a nível europeu, reforçando a cena fotográfica internacional, intensificando o intercâmbio de informação e de experiências e apoiando jovens artistas.


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Anastasia Mityukova, Project Iceworm

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Inka and Niclas, Luminous Matter

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Danila Tkachenko, Motherland

Maria Iankis Video_Transistion3

Maria Magalena Ianquis, Transition Space

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Vanja Bucan, Correlations and Interventions

Vencedor do Lisboa Meeting Point - Mikail Bushokov

Galeria Imago Lisboa

R. do Vale de Santo António 50C, 1170-381 Lisboa


Inaugura (a anunciar)

4ª a sábado das 14:30h até às 18:30h

Entrada gratuita

ARQUIVO MUNICIPAL DE LISBOA – Fotográfico
R. da Palma 246, 1100-087 Lisboa

Inaugura a 24 de Setembro ( hora a anunciar)

25/09 || 22/01

4ª a sábado das 14:30h até às 18:30h

Entrada gratuita

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Valter Vinagre, Homem morto passou aqui
Jardim das Amoreiras
José Vieira Mendes, Aqui Lisboa: Anos 80
Intermitências, curadoria de Atelier de Lisboa
A HOMEM MAU
R. Gonçalves Crespo 6C, 1170-014 Lisboa
Ana Feijão | Carolina Tardin | Frederico Brízida | Margarida Reis Pereira | José Pedro D’Amorim | Pedro Gil Mendonço | Tânia Cadima

Inaugura a 23 de Setembro às 19:00h

24/09 || 23/10

2ª a 6ª das 10:00h até às 19:00h

Sábado das 15:00h até às 19:00h

Entrada gratuita

A Homem Mau acolhe a exposição Intermitências que apresenta um conjunto de trabalhos produzidos no Atelier de Lisboa durante o Curso de Projecto em Fotografia e Artes Plásticas orientado por Claudia Fischer e José Luís Neto.

AnaFeijao_Cartas
FredericoBrizida_Melanoma
MargaridaPereira_dentro
Carolina-Tardin_Cais_eu-voce-e-os-espacos-entre
JosePedroDAmorim_O-labirinto-da-vertigem
PedroMendonca_um-e-duplo
Tania-Cadima_Hide-and-seek
GALERIA BELO-GALSTERER
Há mar
R. Castilho 71, 1250-068 Lisboa

Inaugura (a anunciar)

3ª a 6ª das 14:00h até às 19:00h

Entrada gratuita

pedro quintas

Pedro Quintas, Há mar

MÓDULO – Centro Difusor de Arte 
If All Time Is Eternally Present
Cç dos Mestres 34, 1070-079 Lisboa

Inaugura (a anunciar)

3ª a sabado das 15:00h até às 19:30h

Entrada gratuita

if alltime
David Infante, If All Time Is Eternally Present
GALERIA DAS SALGADEIRAS
como coisa real por fora, como coisa real por dentro
R. da Atalaia 12 a 16, 1200-041 Lisboa

Inaugura (a anunciar)

4ª a sábado das 15:00h até às 20:00h

Entrada gratuita

© Bruno Lopes

Jordi Burch, como coisa real por fora, como coisa real por dentro © Bruno Lopes

A PEQUENA GALERIA
Raízes do Erro
Av. 24 de Julho 4C, 1200-109 Lisboa

Inaugura a 15 de Setembro às 18:30h

4ª a sábado -  das 17:00h até às 19:30h

Entrada gratuita

Alice WR | Maria Inês Mouroa | Cecy Jup | Manuela Vaz | Maria Leonardo Cabrita | Susana Moreira | Madalena Meneses | Tânia Araújo | Maria Sécio | Vera Marmelo | Goreti Ferraz

“Raízes do erro” é uma exposição coletiva de mulheres de várias idades e grupos sociais que, circulando por entre diferentes contextos de socialização, desenvolveram uma reflexão sobre a condição do que é "Ser Jovem, hoje”.

A exposição levanta algumas questões sobre o posicionamento dos jovens perante os fenómenos macrossociais contemporâneos, como sejam as inquietações ambientais e a adopção de estilos de vida saudáveis, as necessidades de pertença e de vinculação, os mecanismos fluidos da construção identitária e os vislumbres especulativos e imaginativos das inúmeras possibilidades de repensar o futuro.

“Raízes do erro” apresenta discursos simbólicos, a cunhar a experiência reflexiva de cada uma das participantes. Se por um lado, os estados de desproteção e de desamparo configuram uma situação metafórica de abandono, a exploração da autonomia, por outro, denota-se como o grito de liberdade.

Com uma ambivalência subtil, as autoras revelam os medos e as incertezas, os  impasses e as possibilidades, mas também a riqueza do erro e/ou a ousadia das escolhas.

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Cecy Jup_02
Manuela Vaz 2
Maria Leonardo Cabrita 1
Susana Moreira (1)
Madalena Meneses_02
Tânia Araújo(2)
Maria Sécio (1)
Vera Marmelo 2
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